Programa Escola Afetiva retoma atividades em Capão Bonito

EDUCAÇÃO E CUIDADOS COM A SAÚDE MENTAL – Na última segunda-feira, 13/07, o Programa Escola Afetiva retomou suas atividades, de maneira virtual em Capão Bonito.

Em decorrência dos efeitos causados pela pandemia e o isolamento social, o projeto se reinventou, sendo ampliado e adaptado para realizar o acolhimento e a promoção de saúde mental aos funcionários e professores da Rede Municipal de Ensino.

Inicialmente desenvolvido pelo CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), o projeto passará a contar com o amparo e apoio técnico das Secretarias de Educação e Saúde.

A parceria de profissionais multidisciplinares, visa facilitar a identificação e a possível intervenção diante da crise de saúde mental gerada pela pandemia e suas consequências sociais.

Para o secretário de Educação – Wagner Antonio Santos,  a retomada do programa chega em boa hora no Setor Educacional.

“O coronavírus (COVID-19) mergulhou todo o mundo na incerteza e as constantes notícias sobre a pandemia podem parecer implacáveis. E tão importante quanto cuidar da saúde física, é manter o equilíbrio emocional. O vírus já está entre nós, a quarentena já foi determinada e não há mais como ignorar a situação. O medo de perder o controle e se tornar incapaz de tolerar incertezas são características comuns de muitos transtornos de ansiedade.  A ansiedade está relacionada com preocupar-se com o desconhecido, sempre esperando que algo aconteça. O surto de coronavírus é basicamente a mesma coisa, mas em escala macro.  O Programa Escola Afetiva será importante para ajudar tanto nossos educadores como alunos e familiares a enfrentar esta situação”, destacou o secretário elogiando a atuação em conjunto das secretarias de Educação, Assistência e Desenvolvimento Social e Saúde.

𝗠ais sobre o projeto – A atuação se dará à distância, através do WhatsApp, por meio de diversos grupos – divididos por Unidades Escolares – onde os profissionais da saúde, psicólogos e assistentes sociais que integram o projeto, auxiliarão no debate de questões relacionadas a saúde mental, relacionamentos, comportamento e outras temáticas pertinentes, além da realização de outras dinâmicas com o objetivo de amparar os anseios dos profissionais da Educação Municipal.

A ideia é que os cuidados com saúde mental repercutam nos alunos e seus familiares, através dos professores e que esses, também possam apresentar aos profissionais responsáveis, casos onde tenham identificados possíveis sinais de crises psicológicas, violência ou vulnerabilidade social.

Dessa forma, a intervenção poderá ser rápida e efetiva através do amparo das ações do CRAS e do NASF.

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